Blogaceiro

Despretensiosamente Pretensioso... Nada d+ e nem d-... Somente divagações e "achismos"... Algumas bizarrices diárias, ironias e gozações... Portanto, não levem muito a sério!

quinta-feira, março 31, 2005

I am not a perfect person...

Óbvio pra todos: não somos perfeitos!
Eu tenho esta absoluta certeza. Não sou e nem tenho pretenções de me tornar perfeita! Talvez até tenha alguma síndrome de Cinderela (se é que isto existe!): perfeita por um tempo bem determinado, até o relógio marcar meia-noite e só quando minha fada-madrinha está com boa-vontade ou afim de fazer uma (grande e) boa ação! :)
Também não quero que as pessoas que convivem comigo não percebam essas tremendas imperfeições (ainda mais se for num momento correria escadaria abaixo pra esconder minhas origens, no maior estilo "perdi o sapatinho de cristal"). Porém tenho absoluta certeza - e não tenho medo de parecer petulante ou convencida - que minhas qualidades superam os meus defeitos e fazem com que meus amigos verdadeiros relevem (ou aguentem?!) estes pontos negativos.
Sou uma pessoa extremamente transparente e que toma logo posição nas situações. Não sou inflexível, muito embora seja cabeçuda. Não sou intolerante, mas sou bem (cri)crítica. Não suporto cretinices, detesto gente burra, odeio pessoas centradas em si mesmas e que acham (por algum motivo que ainda quero descobrir antes do fim da minha vida) que podem chamar a atenção dos outros - quando o mais sensato e interessante, para não dizer inteligente, a fazer seria olhar para os próprios rabos. E, ah!, como tem gente assim neste mundo de Deusmelivre!!

quarta-feira, março 30, 2005

Perder faz parte da vida!

Alguém aí tem alguma dúvida de que estamos neste mundo essencialmente por nossa conta? Alguém ainda não entendeu que este processo/caminho TODO (isto é: do momento do nascimento até o da morte!!!) é repleto de perdas (sejam elas conscientes ou inconscientes)? Alguém não conseguiu perceber, até este momento, que é extremamente necessário para o nosso crescimento aprendermos a lidar com perdas, abandonos e desistências?

Perdas fazem parte da vida - são universais, inevitáveis e implacáveis. PelamordeDeus, é assim e sempre será! Ou a gente aprende: cai e levanta; ou bate a cabeça pra caramba: cai e se esparrama!

O final você decide!

segunda-feira, março 21, 2005

Tudo novo! :)

Levantei a cabeça e destapei os olhos! Finalmente, eu sei! E me sinto como se fosse uma borboleta que acaba de sair do casulo... Estou me percebendo novamente, me reconhecendo, e me dando a chance de perceber as pessoas que estão ao meu redor!
Por isso dedico esta canção - que estou escutando nesse momento - para mim mesma:

Nada para mim
(Ana Carolina)

Eu não vim aqui
Pra entender
Ou explicar
Nem pedir nada pra mim
Não quero nada pra mim
Eu vim pelo que sei
E pelo que sei
Você gosta de mim
É por isso que vim

Eu não quero cantar
Pra ninguém a canção
Que eu fiz pra você
Que eu guardei pra você
Pra você não esquecer
Que eu tenho um coração
E é seu

Tudo mais que eu tenho
Tenho tempo de sobra
Tive você na mão
E agora
Tenho só essa canção

quarta-feira, março 16, 2005

De novo... ou Tudo novo?

Hoje estava pensando em como eu consigo ser malvada comigo mesma! Não são os outros... sou eu que me boicoto. E isso se tornou tão patético... que é tragicômico! Pensei, e pensei, e resolvi rir de tudo, pois as situações não valiam mais lágrimas!!
Olho para trás e percebo que eu freqüentemente cometo os mesmos erros, que vem com caras novas - é verdade - camuflados, me enganando direitinho... pegadinhas de mau gosto, eu penso, para logo em seguida perceber que a vida está é atenta aos meus pontos fracos e me chama atenção constantemente sobre isso... eu que finjo não ver! Até que já não é mais possível brincar de faz-de-conta, pois a brincadeira perde a graça (sabem?!). Daí percebo que é hora da decisão: ou eu, ou eu! Talvez você pense: "ah! mas daí fica fácil escolher"... Ledo engano!! Acredite se quiser, mas perceber que a gente só pode contar com a gente mesmo, às vezes é cruel. Porque queremos partilhar, queremos dividir, queremos estar junto... queremos ter companhia.
Mas não a qualquer custo! De jeito nenhum. Muito menos a custo da nossa auto-estima e dos nossos sentimentos mais nobres - como respeito, amizade, amor, fidelidade!
Eu amo o mundo, amo a vida, amo vocês... mas acima de tudo eu me amo! E isso significa que me respeito e me reconheço como um ser humano nobre, ético, que vale o amor e o respeito de outros.
Menos que isso, nada feito! Não quero.

- Não embrulha não moço, que eu não vou levar!!

segunda-feira, março 14, 2005

Final de Linha

- Desce! – eu falo, triste, com a chegada ao final da linha.

Sabem, eu acredito que tudo na vida tem prazo de validade! Acho que temos que lutar até o fim pelo que acreditamos... mas o fim, não necessariamente é o fim da vida. Na maioria da vezes, esse fim se dá bem antes que o "tal" final definitivo (a nossa morte, no caso). E, para enxergarmos isso, basta não sermos cabeçudos, porque os sinais são, quase sempre, muito claros – não vemos porque não queremos ver, porque temos a necessidade de acreditar que dá para insistir mais um pouco... e este "mais um pouco" se estende... e o tempo passa... Pura teimosia!

Fomos educados para alcançar resultados e não valorizar processos, esses meios-tempos indispensáveis para irmos construindo a auto-estima e a liberdade necessárias para fazermos escolhas capazes de nos trazer felicidade. (Iyanla Vanzant)

Como eu disse para minha amiga Fabi, é justamente isso que acontece: não percebemos que TUDO que vivemos está colaborando para o nosso amadurecimento, porque muitas vezes perdemos tempo lamentando o que "não foi" ou o que "poderia ter sido", em vez de prestarmos atenção ao que vivemos - ao processo da nossa história. As coisas que passamos servem para nos deixar mais fortes e mais seguros do que queremos para nós. Servem para nos mostrar o que nos faz feliz... mesmo que de forma indireta, esse aprendizado existe!!

Se estivermos atentos ao processo, se prestarmos mais atenção aos detalhes e não pecarmos pela teimosia ou orgulho, perceberemos quando é a hora de abortarmos a missão!!

Por isso, hoje eu puxo a cordinha do trem, e peço:

- Pára, que eu quero descer... estou trocando de vagão!! Fui......... ;)

sexta-feira, março 11, 2005

Momento profundo.

As pessoas não conseguem preencher as nossas necessidades. Podem querer fazê-lo, podem tentar. Podem nos convencer de que são capazes de preenchê-las, mas não é verdade. O que as pessoas podem fazer pelas outras é tornar a necessidade menos urgente.

Ganhei um livro da Iyanla Vanzant há pouco mais de um ano. Marquei, na época, várias passagens. Depois emprestei para uma amiga, que hoje me devolveu. Então folheei a obra para rever minhas marcações... e lá estava esta!
Meditemos! :)

quinta-feira, março 10, 2005

...

... alguém pode avisar São Pedro que o pico do verão já passou, que estamos chegando pertinho do outono??
Que calor absurdo é esse?? Porto Alegre é um enorme forno, ligado na mais alta potência... e nós, habitantes ilustres da cidade, somos o prato principal esquecido ali dentro e começando a passar do ponto!!

penúltimo capítulo...

Vocês viram o penúltimo capítulo da novela "Senhora do Destino" hoje?
Queria saber o motivo de tanta falta de criatividade e competência dos autores nos últimos capítulos das novelas... é sempre degradante!! Sempre! Coisa horrorosa...
O que foi a cena do roubo das esmeraldas da baronesa? E, pior, o que foi a Gisela se consolando com o desaparecimento definitivo das jóias, pedindo um muffin e um chá calmante? O que foi aquela cena ridícula, que deve ter sido inspirada no Titanic?
Outra coisa... matar o Reginaldo é mostrar ao povo que político corrupto só matando mesmo, para que não saia na impunidade?! E ainda com uma pedrinha certeira (faça-me o favor)?! E quem atirou foi preso, óbviamente (para mostrar que não devemos fazer justiça com as próprias mãos?!).
E, para completar, o que era a Isabel trocando a fralda da bebê, sozinha, num banheiro público, e resolver fazer um "pipi básico", fechando a porta e deixando a cria sozinha? E a Nazaré saindo do outro banheiro, pronta para dar o bote... Ahhhhhhhh, baita forçada de barra.
Só me resta acreditar que o autor tava louco pra acabar essa história, escreveu de qualquer jeito - já pensando nas férias e no que fazer com a grana preta que ganhou nesse trabalho!

Mas como diz uma amigona minha: "já que tô na Disney, vou dar um abraço no Mickey"!!
Amanhã tem o último capítulo e, é ca-la-ro que eu vou assistir!

coisa hilária e de mau gosto...

... essa ninguém me contou... vi com meus próprios olhos...
Estava voltando de carro, sozinha, para casa, após uma reunião de trabalho. Parei em um sinal vermelho, e olhei ao redor, distraida... Lá estava, na esquina, a bizarrice do dia: uma churrascaria chamada Boi que Berra!!!!!!!!!
;)

terça-feira, março 08, 2005

Destino

O post anterior é o final de um livro online que eu tava acompanhando. Entitulei o post : Acabou assim...
Estranhamente, ontem vivi um pouco essa sensação de fim, acompanhando uma dessas situações que a gente chama de "peças que a vida prega"... nesse caso: a morte!
A esposa de um amigo de infância, que estava grávida de 8 meses, faleceu. A criança, uma menina, está bem. O pai, está inconsolável...
Minha primeira reação, quando recebi a notícia, foi ficar chocada. Depois, durante o velório e vendo a tristeza do meu amigo, fiquei me perguntando sobre o significado dessas coisas: qual é o sentido da dor, da perda, da doença, da morte? Não ter estas respostas, num momento delicado como esse, nos deixa desamparados!
Só o tempo irá ajudar essa família a suportar esta ausência... nada mais. Não há palavras que possam amenizar a dor desse momento. Não há gestos que consigam consolar. É só ele, o tempo, que poderá ajudar. É só ele, o tempo, que dilui a mágoa, o desconforto e o desconsolo... Só o tempo conseguirá mostrar que o fim, não é realmente um fim, mas sim, um recomeço!

Queria que o entendimento e aceitação da morte fizessem parte da nossa cultura... assim como ela faz parte da nossa vida: é nossa única certeza, a coisa mais definitiva que temos!

terça-feira, março 01, 2005

Acabou assim...

"Importante não é quando volto, mas como volto: mais feliz, mais madura, mais plena? Mais vivida. Importante é viajar, conhecer novas culturas, cidades, portos. É confrontar pensamentos, valores, conceitos, sentimentos. Importante é recomeçar. É o velho novo, de novo. É tentar, tentar e tentar. E se nada do planejado der certo, simplesmente não planejar. E seguir em frente. Há tantos lugares para ir, tantos Nortes e tantos Lestes. Importante é fechar portas e abrir possibilidades. Vou, assim como vim. Como um barquinho de papel deslizando na correnteza da vida. Porque meu nome é Sofia. Sofia do Rio."

FIM

* "Sensações de Sofia" é um livro online, escrito por Ana Kessler.