Blogaceiro

Despretensiosamente Pretensioso... Nada d+ e nem d-... Somente divagações e "achismos"... Algumas bizarrices diárias, ironias e gozações... Portanto, não levem muito a sério!

quarta-feira, junho 13, 2007

O achado!

Tava futricando nos blogs alheios - adoro fazer isso, descubro cada pérola! - e achei um muito bem elaborado, template todo lindinho (muito diferente deste aqui, todo bagunçado), ótimas argumentações, etc e tal. Virei fã, já coloquei na minha lista de favoritos!
A menina tem talento, gente... clica aí: http://www.desmascarandodemagogias.blog-se.com.br
Destaque para o texto:

Provocações - Por que o jornalismo é cego e burocrático como a justiça brasileira?

Talvez a autora nunca apareça por aqui. Ainda assim deixo meu recado:
Silvia,
Acho que todos nós, jornalistas, entramos na faculdade achando que podemos mudar o mundo, que iremos fazer a diferença, nos sentimos cheios de poder (já que a imprensa é tão poderosa - o quarto poder!!)... Depois, no mundo real, percebemos que o poder que acreditávamos que teríamos, só nos pertence em parte: estamos subordinados a alguém (que está subordinado, ou "é vendido" - como queiras definir) a outro alguém e assim por diante... Além do mais, somos - na grande maioria - mal remunerados (além de não valorizados, afinal "de jornalista e louco, tudo mundo tem um pouco") e, para completar, nossa profissão favorece o egocentrismo e não é unida!
Na verdade, na vida, de um modo geral, TUDO é jogo de poder. Estamos todos atrelados a isso... vence quem tem mais OU, pode até ter chance, quem tem paciência (aliada a inteligência, ao conhecimento e uns bons contatos) para entrar numa peleia quase sempre "interminável".
Ainda assim, amo o jornalismo e os jornalistas - aqueles que ainda não perderam o poder de criticar, ainda não deixaram de se revoltar com as mazelas deste mundo!!
O grande problema é quando as pessoas entram num estado letárgico e deixam de reclamar (porque acham que não adianta), deixam de gritar (achando que ninguém ouve) e acabam deixando, enfim, de fazer a diferença!
Teu blog é muito bem-vindo, neste sentido...
Parabéns!!
Espero que não deixes de te indignar nunca!!!
Um abraço,
Pati

sexta-feira, maio 18, 2007

Atenção para as "regras"! :)

Não dá para deixar passar esta crônica da Martha Medeiros (Revista O Globo - 25/março/07)...
Como sempre, me divirto com o que ela escreve!!
Vale a pena!!!

Quem é que vai pagar por isso?

Foi com surpresa que me deparei outro dia com um costume que eu jurava que não existisse mais. Estava jantando num restaurante com meu namorado quando o garçom trouxe dois cardápios para a mesa. Ambos listando todos os pratos da casa, mas o meu, sem os preços. Quem deve pagar a conta, afinal? Como se houvesse uma resposta única para uma questão tão complexa. Vamos resolver isso de uma vez por todas: no caso de ser apenas um casal de amigos, cada um paga a sua parte, a não ser que um queira fazer uma gentileza para o outro. O outro, elegantemente, retribuirá numa próxima vez. Terminada a sessão amigos, vamos ao que interessa: encontros amorosos, sexuais ou matrimoniais. Queridas feministas, fiquem fora disso.

Se o homem convidou a mulher para jantar pela primeira vez, ele paga. Não tem acordo.

Se o homem convidou a mulher para jantar pela segunda vez, paga de novo.

Se está meio duro, que a convide para um lugar modesto, sem problema.

Se esses jantares evoluíram para um namoro, ninguém mais está convidando, eles simplesmente combinaram de comer alguma coisa depois do cinema, então ela pode começar a pagar de vez em quando.

Se ele andou aprontando, sendo grosseiro ou pisando na bola, podem estar juntos há 20 anos: ele paga. Caro.

Se ela andou aprontando, sendo grosseira ou pisando na bola, ele paga também, para que ela não pense que as coisas se resolvem assim tão facilmente, com uma continha de restaurante.

Se ele não tem um tostão, está desempregado, quebrado, falido, mas compensa sendo um cara sensacional, ela paga quantas vezes for preciso (mas torcerá, em silêncio, para que essa situação seja passageira).

Se ela não tem onde cair morta, mas é tão doce que faz questão absoluta de pagar pelo menos uma vez na vida, ele a leva para comer um cachorro-quente e permite que rachem a conta.

Se os dois são milionários, ele paga.

Se os dois são duros, estão fazendo o que num restaurante?

Se o casamento está em crise, ele paga. Era só o que faltava fazê-la chorar e arcar com a conta ainda por cima.

Se o casamento está em plena lua-de-mel, ele paga. E vai achar barato.

Se ela é uma deusa e ele um medonho, ele paga.

Se ele é um gato e ela um tribufu, nada muda, ué: ele paga.

Se ele é um gato, um papo ótimo e uma cama melhor ainda, ela cozinha em casa para ele e nunca mais o deixa escapar.

Se ele é grosso, ignorante e mal-educado, ela paga a conta e pede licença para ir ao toalete, quando na verdade vai pegar um táxi para casa e providenciar a troca do número do telefone.

Se você não se encaixa em nenhuma dessas situações, ele paga.

quarta-feira, maio 16, 2007

Outro dia estava avaliando meu bloguinho... tão abandonado, coitado...
Achei bizarro eu ter começado a escrever nele em uma fase antagônica a que vivo hoje... talvez por este motivo tenha deixado ele de lado! Tantas vezes eu tenho vontade de escrever, colocar minhas idéias neste espaço, criado com tanto carinho para meus desabafos... o único problema é que agora meus desabafos, minhas principais histórias, estão lincados a maternidade e o Blogaceiro definitivamente não foi criado para estes assuntos - o próprio nome já demonstra... hahaha
Mas, entre a vontade de criar outro espaço ou aproveitar o que já tenho (com muito carinho), resolvi utilizar o Blogaceiro mesmo! Afinal, meus assuntos são sempre variados... e, quando referentes a maternidade, não deixarão de existir os bizarros, não é?!
Além do mais, trago com estas novas experiências de amor incondicional, mais ternura e felicidades para o meu bloguinho...
Espero que meus amigos continuem aqui, acompanhando minhas peripécias, loucuras e desabafos... :)
Beijocas mil!!!

Mãe plena e feliz!

A minha gravidez não foi planejada. Veio de surpresa... como eu costumo dizer, foi um “deslize adolescente tardio”. Embora não estivesse esperando por isso, nem pensei na possibilidade de não assumir. E, assumir da melhor forma, de maneira realmente intensa! Já que a maternidade havia chegado, eu quis vivê-la plenamente. Conversei com meu marido e resolvi que durante o primeiro ano de vida da minha filha, eu ficaria em casa cuidando dela.
A Bárbara chegou no dia 31 de dezembro de 2005, à noite... uma semana antes da data prevista. Foi um reveillon inesquecível! O sentimento mágico que a chegada de um ano novo desperta é de renovação, de esperança. O nascimento da Bárbara foi a consagração destas emoções!
Para muitas mulheres, hoje, é inconcebível que se relegue a vida profissional a segundo plano por um filho. Mas eu fiz isso e não me arrependo nem por um minuto sequer, apesar dos desgastes físico, mental e emocional que vêm incluídos no pacote “mãe em turno integral”.
Fiz tudo como manda o figurino: a Bárbara mamou exclusivamente no peito até os seis meses, teve minha constante presença, muito estímulo e atenção e, especialmente, muito amor! Sempre soube que quanto mais eu estivesse presente nestes primeiros momentos, melhor ela se desenvolveria. Hoje, um ano e 4 meses depois, tenho certeza que fiz a coisa certa!
E você me pergunta: faria novamente num próximo filho? Eu respondo: não sei!!
Porque relegar a profissão e ficar em casa é difícil. Vale a pena, mas é muito penoso. É complicado durante o período que estamos “paradas” (embora 24 horas de atividades exaustivas cuidando de um bebê, ter o sono interrompido de 3 em 3 horas durante todas as noites por 11 meses e continuar sem uma noite ininterrupta de sono por sabe-se-lá quanto tempo, não possa se enquadrar em “estar parada”), e é mais complicado ainda quando decidimos retomar as atividades profissionais!! Voltar a enviar currículos e competir por vagas com quem não tem filhos na bagagem... você sabe o que é isso? Após um longo período, recomeçar é um pouco assustador. Além do mais, agora tenho que organizar não apenas os meus horários e atividades, mas os da minha filha também – um de acordo com o outro!
Definitivamente “culpa” não faz parte do meu cotidiano como mãe e profissional. Fiz, e faço, tudo que estiver ao meu alcance pelo bem-estar da minha filha. Um ano de dedicação exclusiva fez de mim uma mãe segura quanto ao cumprimento do meu papel. Hoje a Bárbara está meio período na escolinha, muito bem adaptada. É uma criança feliz, curiosa, saudável, amorosa, que tem muita iniciativa e é independente. Isso é muito recompensador para mim, não há dinheiro que pague!

segunda-feira, janeiro 22, 2007

Emoção de mãe

Hoje fui levar a minha filha para a escolinha. É a segunda semana que ela está indo e já está super adaptada. Desde o primeiro dia a adaptação foi fácil. A Bárbara é uma criaturinha muito sociável e simpática, graças a Deus! Não precisei ficar na escola nenhuma vez. A única coisa que fiz foi aumentar o tempo de permanência dela lá sozinha aos poucos. Mesmo assim, após 3 dias já estava deixando a tarde toda... Ela fica muito satisfeita com tantos amiguinhos e brinquedos. E eu fico com o peito cheio de orgulho ao vê-la tão independente.

Domingo estava lendo no caderno Donna, do jornal Zero Hora, a coluna da Martha Medeiros ("Embarquei minha filha") e concordei integralmente com o que ela falava alí. Martha acaba de embarcar a filha de 15 anos para a primeira viagem internacional. Amei, em especial, os dois últimos parágrafos, que transcrevo aqui:
"Viajar promove a independência e a responsabilidade, amplia nossos limites, traz alegria e novidade pro cotidiano, reforça nossa bagagem cultural, dá parâmetro para comparações, nos desamarra de nossas teorias claustrofóbicas e aumenta nossa auto-estima: ora, estamos longe de casa e nos saindo bem!
Havendo possibilidade, tanto melhor que se comece cedo. Que se tome gosto pela busca de conehcimento. Que se compreenda que a emoção não pode ser uma experiência passada de boca em boca, mas que deve ser vivenciada por cada um, exclusivamente."

Quando olho para a Bárbara, apesar de ela ainda ser tão pequenina - 1 aninho - já penso lá longe. Fico tentando imaginar se ela vai querer passear por aí, como a mãe dela, num ritmo meio cigano... ou se vai criar raíz e se apegar em algum lugar específico. Sei que não vou poder impôr nada a ela, nem quero, mas vou adorar se ela tiver curiosidade em conhecer coisas novas, lugares diferentes. Hoje ela demonstra uma personalidade curiosa... o que me deixa com um sorriso imenso no rosto. Mas, o futuro pertence a ela, e eu só posso ficar imaginando como será. O mais importante é que eu consiga ajudá-la a ser uma pessoa segura, responsável e independente, para que eu possa também estar segura no momento que ela quiser alçar vôo e poder apenas ficar lá, observando admirada o espetáculo (que tenho certeza que será!!)...

A gente embarca os filhos desde o momento que colocamos eles no mundo... esta é a verdade!! :)

quarta-feira, janeiro 17, 2007

Ano Novo... Promessas Velhas?

Ano Novo é sempre época de renovações. Mesmo que apenas de esperanças, afinal, nem sempre as coisas realmente se renovam. Para falar a verdade... quase nunca se renovam... uhm, sim, quase nunca mesmo...
Mas faz parte do clima de reveillon a gente acreditar piamente que todos os novos planos serão realizados. Vamos perder os quilos extras, começar a comer alimentos mais saudáveis, engrenar na academia, parar de beber, começar a correr, procurar novo emprego - que pague melhor, viajar mais, economizar mais, ser mais tolerante, etc, etc, etc... uma infinidade de metas que, na maioria das vezes, esquecemos na primeira quinzena do novo ano, ou ficamos repetindo verbalmente - quando não mentalmente apenas - durante todo o ano seguinte...
Não sei se é preguiça, comodismo, ou se ingenuidade mesmo. O fato é que ano vem, ano vai, e tudo permanece. Inclusive as promessas não cumpridas, as metas estipuladas, as listinhas das mudanças. Todos os anos eu quero algo que não começa, que começa e não termina, que fica pelo meio do caminho.
O ano é novo, mas as promessas são - quase - sempre velhas.
Por isso este ano eu tô com a Globo: tente, invente, faça um 2007 diferente... ;)

terça-feira, novembro 07, 2006

Pedindo ajuda ao Suporte Técnico

Recebi por e-mail e achei ótima! Resolvi postar aqui pra vocês!
A linguagem é bem atual... mas o problema é tão antigo quanto Adão e Eva!! :)
Porque será? (hahaha)

Carta ao Suporte Técnico

Caro Suporte Técnico,

Ano passado fiz um upgrade do NAMORADO 5.0 para o MARIDO 1.0 ou seja: casei!!

E notei uma redução significativa de performance, principalmente nos aplicativos FLORES e JÓIAS , que operavam sem falhas no NAMORADO 5.0.

Além disso, o MARIDO 1.0 desinstalou outros programas importantes como ROMANCE 9.5 e
ATENÇÃO AO QUE EU DIGO 6.5 e instalou aplicativos indesejáveis como CAMPEONATO BRASILEIRO 5.0. Também não tenho conseguido rodar o programa CONVERSAÇÃO 8.0 e o LIMPANDO A CASA 2.5 pois simplesmente trava o sistema.

Tentei rodar o RECLAMANDO 5.3 para corrigir esses bugs e não consegui nada.

O que faço?

Ass.: Desesperada.



Resposta: Suporte Técnico

Cara Desesperada,

Primeiramente, tenha em mente que o NAMORADO 5.0 é um pacote de entretenimento, enquanto MARIDO 1.0 é um sistema operacional.

Comece fazendo o download de LÁGRIMAS 6.2 e depois digite o comando C:/EU PENSEI QUE VOCÊ ME AMAVA para instalar o CULPA 3.0. Essa operação, atualiza automaticamente os aplicativos FLORES 3.5 e JÓIAS 2.0.

Mas lembre-se que o uso em excesso desses aplicativos
no MARIDO 1.0 pode ativar alguns programas indesejáveis como SILÊNCIO TOTAL 6.1, FUTEBOL COM OS AMIGOS 7.0 que invariavelmente instala o
CERVEJA 6.1.

Este último é terrível, pois cria arquivos tipo WAV da versão RONCANDO ALTO 2.5.

De qualquer forma, NUNCA instale SOGRA 1.0 ou reinstale qualquer versão de NAMORADO. Estes aplicativos são incompatíveis e vão travar o MARIDO 1.0.

Em resumo, MARIDO 1.0 é um ótimo sistema, mas ele tem limitações de memória e demora a rodar certos aplicativos.

Para o perfeito funcionamento do sistema, sugerimos que a senhora adquira alguns programas adicionais:

Recomendamos: o NÃO ENGORDAR 3.0 ou a LIPOASPIRAÇÃO 6.9!!!

Muito cuidado. Algumas clientes instalam o FILHO 1.0 para tentar dar estabilidade ao sistema e muitas vezes isso causa uns efeitos contrários, sendo necessária antes uma verificação total no sistema, para garantir espaço no HD e principalmente ter um SWAP adequado no MONEY 3.0.

E nunca, mas nunca mesmo instale o DOR DE CABEÇA 2.4

Boa Sorte.

Atenciosamente.

Suporte Técnico

quarta-feira, novembro 01, 2006

Mulher-macho, sim senhor!

Existem muitos tipos de mulheres, dentre eles : as machistas (que concordam que mulher tem que servir o homem), as feministas (que acham que mulheres não precisam de homem), as alienadas (que não sabem de nada), as equilibradas (será?!), as mulheres-macho (nem só mulherzinha, nem bem homenzinho)... E é sobre esta última categoria que quero falar, pois me incluí nela!
Denomino mulher-macho aquelas mulheres que são pau-pra-toda-obra, ou seja, que fazem o que tiver que ser feito sem ter a dependência de uma empregada, uma babá, ou mesmo de um marido. Não, não quer dizer que não tenham, ou que precisem rejeitar a idéia de ter, qualquer um destes itens a disposição!! Eu mesma gostaria de contar com os três... mas só conto (??) com um (no caso o último, mas não menos indispensável, ok?).
Mulheres-macho são mulheres independentes (psicologicamente, não necessariamente financeiramente). Mas não são mulheres feministas ou machistas. São mulheres que acreditam na parceria, no entrosamento entre homem e mulher, na ajuda mútua. Mas, sabem se virar sozinhas também... tomam decisões, têm iniciativa!
Mulheres-macho são aquelas que abraçam o relacionamento, que economizam na crise... são mulheres de cama, mesa e banho... barba, cabelo e bigode... Como diria a minha mãe, também chamadas de marmitões.
Conseguiu entender como é?
Tá reconhecendo alguém aí?
Pois é... amiga... mulher-macho abraça tudo: quer ser mãe, profissional, estudante, amante, madrasta, amiga... e ainda ter tempo para si!
Talvez a mulher-macho, não seja macho (= metáfora)... seja lunática...
Bom, sei lá!
O fato é que a maioria dos homens não dá valor para mulher-macho. Tá, no início (bem no início) eles admiram a iniciativa, o desembaraço, etc e tal. Mas, com o passar do tempo esquecem que as mulheres-macho são mulheres sedentas por elogios, querendo gentilezas e, por que não, uns mimos, uns olhares sapecas!
Não, meninos, não são só as frívolas, as nhénhénhéns, as mimadinhas de plantão, as inseguras, que querem atenção. Não é preciso falar miando para ser mulher com ême maiúsculo, para ser feminina, para gostar de gloss e salto alto!
Mulheres gostam de gentilezas SIM... desde os primórdios da sua existência.
Assim como homens gostam também. É inerente ao ser humano!

Pense nisto!

Blog Novo

Embora esteja um pouco difícil ainda organizar meu dia para escrever como gostaria, pois para isso preciso de algum tempinho sozinha e isso não me pertence mais (pelo menos por enquanto), e no tempo que disponho tenho que produzir material de trabalho... ainda assim, junto com minha melhor amiga, Bel, criei um novo blog - que será escrito por nós duas!
A proposta é colocarmos nossas histórias antigas e coisas novas... neuras, paranóias - ou o que parece, mas não é! - e nos divertirmos, claro! É um espaço que nasce para ser uma espécie de divã...
Então, amigos que vem até aqui, que gostam do blogaceiro, visitem o NEURASTENICAS!!
http://neurastenicas.blogspot.com