Argh!
Tenho pena de pessoas que ficam paradas esperando que algo, ou alguém (o que é pior??), atravesse seus caminhos e mude suas vidas! Tenho pena desses pobres seres que se julgam tão maravilhosos que merecem que o mundo inteiro se curve a seus pés, fazendo das tripas coração para que sejam verdadeiramente felizes. Tenho pena de pessoas que se acham "bambambans" da poesia, arte, música, palavras, enquanto não sabem nem sequer o que é amar. Intelectuais fajutos! Tenho pena de pessoas que esperam que sua felicidade venha de outro lugar que não de si mesmos, pessoas essas que defino como aleijados sentimentais - que buscam no outro uma bengala, um apoio, porque são incompetentes demais (ou preguiçosos demais!) para andarem com suas próprias pernas. Tenho pena dessas criaturas egoístas e egocêntricas, que acreditam piamente que o mundo gira ao redor de seus "imensos" umbigos! Tenho pena de pessoas que somente enxergam o que querem, somente entendem o que lhes convém, mesmo que a verdade esteja bem ali na sua cara, nua e crua.
Essas pessoas deveriam vir com etiqueta neón colada no peito, na testa, nas costas: "não se aproxime, homem/mulher bomba!". Pelo menos assim o cidadão teria escolha quanto a correr o risco de entrar nesta canoa furada. Porque ninguém muda ninguém - não se iluda!
Me desculpem, mas jamais na minha vida vou acreditar que minha felicidade dependa de outra pessoa. Minha felicidade depende de mim, das minhas escolhas, das oportunidades que eu me dou (ou que dou para a vida)! Ela pode ser complementada por um relacionamento sadio, de troca, de amor. Mas não depende disso. A gente aprende a amar, amando a nós próprios em primeiro lugar. Ninguém ama o outro se não se amar. Ninguém respeita o outro se não houver respeito próprio.
O resto é balela, é depressão, solidão, medo, fuga... falta de amor-próprio e falta de capacidade de gerenciar suas próprias vidas!
Eu sou feliz sim. E daí, invejosos?!
Essas pessoas deveriam vir com etiqueta neón colada no peito, na testa, nas costas: "não se aproxime, homem/mulher bomba!". Pelo menos assim o cidadão teria escolha quanto a correr o risco de entrar nesta canoa furada. Porque ninguém muda ninguém - não se iluda!
Me desculpem, mas jamais na minha vida vou acreditar que minha felicidade dependa de outra pessoa. Minha felicidade depende de mim, das minhas escolhas, das oportunidades que eu me dou (ou que dou para a vida)! Ela pode ser complementada por um relacionamento sadio, de troca, de amor. Mas não depende disso. A gente aprende a amar, amando a nós próprios em primeiro lugar. Ninguém ama o outro se não se amar. Ninguém respeita o outro se não houver respeito próprio.
O resto é balela, é depressão, solidão, medo, fuga... falta de amor-próprio e falta de capacidade de gerenciar suas próprias vidas!
Eu sou feliz sim. E daí, invejosos?!

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